XXI Jornada da EBP-MG
Data: 27 e 28 de Outubro
Local: Hotel Mercure. Av. do Contorno, 7315 - Lourdes
Data: 27 e 28 de Outubro
Local: Hotel Mercure. Av. do Contorno, 7315 - Lourdes
L'Incs Extraordinário
está no ar trazendo informações do que acontecerá em nossa XXI Jornada e
ao seu redor. Lançamento de livros, programa completo, dicas de hotéis,
restaurantes e pontos turísticos.
Lançamentos da Livraria da EBP-MG
"O que do Encontro que se Escreve"
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| Pierre Naveau |
Editora: Escola Brasileira de Psicanálise
“O
livro de Pierre Naveau explora a consequência imprevista, inesperada, que é a
outra face do "Não há relação sexual... que possa se
escrever". Há encontros entre homens e mulheres, ou sujeitos do mesmo
sexo, e, nesse nível, alguma coisa pode se escrever. Mas em qual sentido? Justamente,
em múltiplos sentidos, que vão da letra/carta de amor à fórmula do
recobrimento de duas fantasias, à escolha do parceiro sintoma, à lógica que
anima o encontro entre sujeitos do mesmo sexo ou de sexos opostos. Claro, a
lógica de um encontro inscreve também, sempre, seu ponto de mal-entendido, de
falha, de "não é isso".
…
Ao
acompanhar os meandros do livro de Pierre Naveau, saberemos melhor
que os segredos do encontro repousam sobre o real do inconsciente, que vem
redistribuir a realidade da anatomia nas variedades de figuras, das quais
apenas o nó desenhado pela lógica da sexuação, o acontecimento clínico e os
fuxicos do discurso amoroso testemunhados pela literatura dão conta”.
Eric Laurent (Do prefácio)
"Loucura e Responsabilidade: consentimento às ficções científicas"
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| Fernando Casula |
Editora: Artesã
Por ocasião do lançamento de seu livro durante a XXI Jornada da EBP-MG, Fernando Casula concedeu uma entrevista ao Portal "Minas com Lacan" abordando importantes temas que foram trabalhados em seu livro "Loucura e Responsabilidade: consentimento às ficções jurídicas". Acesse a entrevista clicando aqui.
Psicopatologia Lacaniana: Semiologia
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| Antônio Teixeira e Heloísa Caldas |
Organizadores: Antônio Teixeira e Heloisa Caldas
Editora: Autêntica
Esta obra não possui equivalente na psicanálise de orientação lacaniana. Sua realização só poderia ser possível no Brasil, país onde se tece uma relação particular entre os movimentos de reforma psiquiátrica e nossa orientação psicanalítica.
Este livro dá todo seu lugar ao sujeito como tal no campo da psicopatologia, sem se esquecer das hipóstases que ele pode tomar no caráter e na personalidade. Distingue cuidadosamente os registros que lhes são próprios. Coloca em exergo o lugar e a função das diferentes experiências da fuga de sentido e do enigma no campo clínico. Subverte os prestígios da consciência, destacando o profundo conhecimento que ela constitui com relação às ditas "funções do Eu". A partir da dimensão do Real própria a nosso campo, interroga o que o discurso clínico nomeia como realidade. O inconsciente como memória é também aqui muito bem situado como antimemória. Em vez da oposição que se faz entre emoção e cognição, os laços e o lugar do afeto são situados em sua relação com a estrutura do Outro do discurso, traçando os contornos de uma cognição afetiva. As categorias kantianas fundamentais do tempo e do espaço, constitutivas do sujeito da psicologia, são retomadas a partir das categorias da experiência psicanalítica. O debate sobre o transtorno de atenção, com ou sem hiperatividade, é deslocado a partir da função lógica da debilidade mental. Por fim, este livro realiza o tour de force de situar aa tualidade da sexuação nos debates sobre o gênero, nos limites da clínica.
Éric Laurent (Do prefácio)
Assista aqui a entrevista concedida por Antônio Teixeira ao Portal Minas com Lacan
A Droga do Toxicômano
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| Jésus Santiago |
Jésus Santiago
Relicário Edições (Coleção BIP – Biblioteca do Instituto de Psicanálise)
“O enfoque psicanalítico das
relações que o toxicômano estabelece com a droga situa-se no encontro de uma
variada gama de problemas e impasses conceituais, em que o debate sobre sua
delimitação como uma categoria clínica dotada de especificidade própria se
destaca de maneira decisiva. Nada do consumo abusivo da droga equivale ao que
foi, para a psicanálise, o sintoma conversivo, o pensamento obsessivo-compulsivo
ou a ideia delirante persecutória, que permitiram a postulação de estruturas
clínicas freudianas clássicas, a saber, respectivamente, a histeria, a neurose
obsessiva e a paranoia. E, a despeito dessa insuficiência de cunho conceitual,
deve-se tomar a toxicomania como um dos capítulos da história da psicanálise em
que mais se consegue aproximar dos próprios limites tanto de seu saber como de
sua prática”.
A Distinção do Autismo
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| Rosine e Robert Lefort Trad. Ana Lydia Santiago e Cristina Vidigal |
Rosine e Robert Lefort
Relicário Edições (Coleção BIP – Biblioteca do Instituto de Psicanálise)
Rosine
e Robert Lefort abordam o autismo a partir de referências clínicas que lhes são
asseguradas pelo ensino de Jacques Lacan. A clínica verifica a medida dessas
referências. Como os analistas não podem deixar de fazer, Rosine e Robert
Lefort sustentam esta orientação do lugar que lhes é próprio: confrontados a um
autista, eles levam a sério seu estatuto de sujeito, ou seja, de ser falante.
Eles assumem, desse modo, a transmissão de sua experiência clínica, da qual
prestam conta incansavelmente, como seus trabalhos precedentes o atestam.
Nenhuma receita, mas uma formalização que concerne a cada um, em um estilo cujo
sopro deve-se à atenção ao detalhe. Associar essa leitura de casos mais comuns
à de escritores notórios de nossa cultura, como Edgar Allan Poe, Dostoiévski,
Lautréamont, Pascal e Proust, denuncia a distinção do autismo. E, no mesmo
movimento, distingue-o de qualquer psicose, particularmente, da esquizofrenia.
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