Há algo de
novo na resposta dada pela escola americana ante ao trabalho entregue pelo
estudante Jasper Finn? Finn é um jovem trans
de 18 anos,
que mora no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. Ele decidiu apresentar nocolégio
um trabalho que valeria créditos para ingresso em
universidades, envolvendo dois temas que o cercam:
gênero e sexualidade. A resposta da escola foi censurar seu trabalho e
reprovar o estudante. Nas palavras twitadas por Finn: “a adminsitração da minha
escola me disse para eu parar de me concentrar em gênero e sexualidade porque
isso era inapropriado”.
Célio Garcia
ao participar da Oficina do Festival de Verão da UFMG (2011) propos uma
“política das palavras” em contraposição à “sagrada missão pedagógica em fazer
cumprir determindos programas educacionais”. No caso desta escola, parece que
aquilo que tange ao sexual e marca sua diferença foi classificado como
inapropriado. Garcia apontou como caminho a necessidade de se tomar a palavra,
ante às respostas que conduzem ao silenciamento e segregação. Vejam qual foi a
inusitada resposta de Finn em reportagem do site Catraca Livre:
Site para acesso à reportagem: https://catracalivre.com.br/geral/arte-e-design/indicacao/ilustracoes-de-garoto-trans-sao-censuradas-por-escola-e-viralizam/

